É impressionante como ainda, em pleno século XXI, têm pessoas batendo o pé, afirmando com uma convicção incrível que não existem seres extraterrestres. Sim, nós não cruzamos com seres verdinhos de grandes olhos, orelhas pequenas e cabeça desproporcional e nem avistamos naves espaciais dando vacilo pelos céus, principalmente das capitais, o que talvez muitos prefiram esperar para ver e crer.
Numa simples pesquisa no tão acessado Google pode-se ler inúmeras matérias sobre aparições, contatos, capturas de seres extraterrenos, bases de pesquisas e documentos secretos existentes em diversos países. Radares de aeroportos avistam frequentemente objetos não identificados e essas aparições aumentam a cada ano, segundo relatos de pilotos e de controladores de voo que arriscam dizer que o caos aéreo foi devido a essas detecções.
Existem programas de TV, revistas, e entidades especializadas no assunto, que divulgam as ocorrências e as pesquisas que são feitas em todo o mundo. Documentários com relatos de pessoas que viram, desde autoridades, governadores, funcionários públicos e militares a cidadãos comuns. Isso sem falar nos milhares de relatos de experiências de abdução, com direito a marcas e queimaduras.
O caso dos imensos desenhos, por exemplo, com formas de círculos, pentágonos, hexágonos, desenhos complexos e simétricos em campos de milho, soja pelo planeta são um grande mistério, ainda. Mas segundo Luís Aparício, presidente da associação de pesquisa de óvnis, de Benavente, “São como bolinhas do tamanho de um punho, que andam sempre aos pares e passam por cima do chão. Têm um sistema anti gravidade que nenhum humano tem, daí acreditarmos que podem ser eles a fazer os círculo”, revelou. Não existem outras teorias convincentes sobre esses desenhos. E as plantas ficar entrelaçadas, não deitadas num mesmo sentido, como se tivesse passado uma máquina as rebaixando.
Tem o caso do aparecimento na Turquia, dos vídeos de Kumburgaz, em agosto de 2007 que são consideradas as imagens mais significativas do mundo em relação ao assunto. Os professores Adnan Öktem e Kerem Doksat, respectivamente de Ciências Astronômicas e de Psiquiatria da Universidade de Istambul, alegaram que as gravações de Kumburgaz seriam uma farsa criada com maquetes ou computação gráfica. E seguida o material foi analisado e foi constatada a autenticidade das imagens.
Na Cidade do México, em 2005, em pleno evento para entrega de viaturas do governo, com governador, mídia e componentes do governo, foi avistado o que eles chamam de frotas. Dezenas de naves brilharam no céu mexicano, em plena luz do dia. Esse assunto foi manchete nos principais jornais na cidade.
Esquadrilhas de centenas de OVNIs foram registradas aqui no Brasil, no litoral de São Paulo. Logo após terem aparecido com grande atividade no México, foram vistos abaixo do Equador, passando pelo Chile, Peru, Bolívia e chegando aqui.
Algumas peculiaridades dessas naves são seus movimentos de zigue-e-zague, trajetórias de vôo completamente irregulares, com paradas bruscas e partidas também bruscas, assim como um sobe-e-desce desenfreado. Não se parecem com nenhum tipo de objeto voador criado pelo homem.
Em 1969 um grupo de altas-patentes da FAB criou dentro do 4º Comando Aéreo Regional, em São Paulo, o primeiro órgão nacional e oficial para a pesquisa de fatos relativos ao tema: o SIOANI - Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados.
Já em 08 de fevereiro de 1982 a tripulação e passageiros do Boeing 727/200 da VASP no vôo nº 169 de Fortaleza para São Paulo, foram seguidos por um OVNI durante cerca de uma hora. O piloto do avião tornou-se uma figura popular, o então Comandante Gerson Maciel de Britto concedeu muitas entrevistas à mídia para explicar o que se passou, transformando-o depois num conferencista internacional sobre o tema. Essas informações constam na revista O Cruzeiro da época.
E quem nunca ouviu falar no fenômeno ufológico que ocorreu aqui no Brasil e ficou conhecido como operação Prato? Em 1977 várias pessoas no município de Colares relataram estranhas luzes sobrevoando a cidade. Algumas testemunhas que falaram terem seus sangues sugados e apresentarem queimaduras comumente encontradas em pessoas que ficam expostas a radiação congestionaram os hospitais da cidade.
O Brasil além da operação Prato ainda foi palco de outros acontecimentos ufológicos. Os mais famosos são o do ET de Varginha e a noite oficial dos OVNIS. E tudo não para por ai. Muitos dizem e tem algumas provas bem consistentes para afirmar de que o fenômeno UFO começou há muito tempo atrás. Em pinturas rupestres, pinturas da época medieval, objetos de milhares de anos mostram de alguma forma o que conhecemos hoje como OVNI.
Existem alguns países como a França, Argentina, Uruguai, Espanha e a antiga União Soviética já anunciaram oficialmente que acreditam em OVNIS. Cada vez mais nações e pessoas acreditam. Devemos deixar o nosso egoísmo e ceticismo de lado e nos atermos aos fatos que a cada dia são mais constantes. Não estamos sozinhos. Ainda bem.
Passou de “ariana eu quero” a “virginiana eu analiso”. Foi. A ariana curtiu, se divertiu, sorriu, bebeu, carnavalizou, foi inconsequente, teve filha, fez publicidade e não formou, em jornalismo se graduou. Namorou... Aprofundou histórias, amizades. Rompeu relações, disse chega, se afastou de pessoas, fez faxina. A virginiana pinta quadros coloridos. Ela quebra pedras, mas monta os caquinhos dando formas coloridas. Sempre acreditou em Deus!
Você acredita nas previsões para 2012?
Alegria
Alegria, amor e respeito
Aprendo com seu jeito
Mostrando qual meu defeito
Fazendo-me cada vez mais perfeito
Sorriso, verdade, coragem
Põe força na minha passagem
Apoiando a minha viagem
Levanta-me na derrapagem
Você é importante
Pois de pequeno, me faz gigante
Estando calada ou falante
És força para meu coração ser pulsante
É muito bom saber
Que dentro do seu viver
Eu posso sempre fazer
Te ajudar a não ter mais sofrer
Conte sempre comigo
Sabes que sou seu amigo
Na alegria ou no perigo
Até tomo pra mim seu castigo.
(Do meu amigo Batman para mim)
Aprendo com seu jeito
Mostrando qual meu defeito
Fazendo-me cada vez mais perfeito
Sorriso, verdade, coragem
Põe força na minha passagem
Apoiando a minha viagem
Levanta-me na derrapagem
Você é importante
Pois de pequeno, me faz gigante
Estando calada ou falante
És força para meu coração ser pulsante
É muito bom saber
Que dentro do seu viver
Eu posso sempre fazer
Te ajudar a não ter mais sofrer
Conte sempre comigo
Sabes que sou seu amigo
Na alegria ou no perigo
Até tomo pra mim seu castigo.
(Do meu amigo Batman para mim)
Cuide-se bem
Como querer que as pessoas saibam o que você pensa, se acredita que é óbvio, sendo que suas ações demonstradas são interpretadas por mentes estranhas à sua e interpretações podem ser as mais variadas?
Você pensa que todos imaginam qual seja a sua lógica na vida e que sua Verdade é compartilhada por todos? Primeiro que não sei se existe lógica, e sim lógicas. E tenho lá minhas dúvidas sobre a necessidade de ser compreendida.
Mas o que te faz feliz, o que completa e o que você acredita como sendo essência da vida e como você enxerga a estada no planeta Terra é uma construção individual, única. Os grupos, as tribos, as crenças se misturam e sintonizam-se entre pessoas.
Há os que crêem numa Verdade Absoluta, há os que nem pensam sobre isso, os que não se interessam e os que ignoram. Há o radical, crente na Sua Verdade e que se esforça em reunir adeptos a Ela. Mas há também aqueles que “pongam” na Verdade do outro. Acham interessante e copiam discursos, reproduzem ações, mas nunca deixaram que o seu observador interno percebesse as análises e as construções elaboradas intimamente.
Todos somos resultado do processo individual, desde a pré-concepção até o pós-morte. Nesse processo somam-se as informações, as experiências. Essa é a Minha e compartilho com vocês. Não é novidade, mas paramos pouco para refletir sobre Ela, sobre o propósito. É muita conta pra pagar, violências internacionais, globais, desajustes profissionais, frustrações amorosas, novelas, acontecimentos incessantes e noticiários.
Mas é importante, eu diria fundamental, parar e perceber, se dar conta, resgatar, sua essência, sua missão. Se inquiete. Responda a você mesmo de onde veio, pra onde vai, o que faz aqui, o que gostaria de fazer, como gostaria de ser, o que faz pra isso e qual a sua contribuição.
Todos cumprimos um tempo vivos, somos uma máquina fantástica e complexa, e pensamos! Ou pelo menos temos esse potencial. E por que não pensarmos nisso? Não refletirmos sobre o estar aqui? Diante das atribuições e interferências externas, do cotidiano de cada um, fica difícil refletir, pensar sobre o que realmente viemos trazer de contribuição para nós mesmos e para esse planeta.
Olhe para os lados e veja se tem a impressão de que o mundo está desviado, as pessoas estão caminhando sem saber pra onde vão, muitas vezes se deixando levar, sem entender pra que lado querem ir, que caminhos pretendem e querem trilhar. Elas simplesmente trilham. E se boicotam, muitas vezes. Não são o melhor que podem ser, nem pensam sobre isso, em alguns casos.
É certo que cada indivíduo tem histórias diferentes para resgatar, para viver, mas “cada ser em si possui o dom de ser capaz de ser feliz”. Mas somos felizes? Buscamos essa felicidade? De que forma? Fazendo o melhor que podemos em todos os momentos? A resposta definitivamente é não. Não agimos da melhor forma conosco mesmos e muito menos com o outro.
Vivemos a cada dia num mundo mais equivocado, cheio de males, de autodestruição. Caminhamos para a regeneração? Podemos, sim. Mas sabemos que dessa nova etapa poucos participarão. Então se atente ao olho interior. Faça a sua parte. Seja quem você descobrir que é, sentir que é. E reze, peça à Existência que eles também o façam. Quem sabe não precisará que saibam quem você é, simplesmente sejam todos uma coisa só.
Você pensa que todos imaginam qual seja a sua lógica na vida e que sua Verdade é compartilhada por todos? Primeiro que não sei se existe lógica, e sim lógicas. E tenho lá minhas dúvidas sobre a necessidade de ser compreendida.
Mas o que te faz feliz, o que completa e o que você acredita como sendo essência da vida e como você enxerga a estada no planeta Terra é uma construção individual, única. Os grupos, as tribos, as crenças se misturam e sintonizam-se entre pessoas.
Há os que crêem numa Verdade Absoluta, há os que nem pensam sobre isso, os que não se interessam e os que ignoram. Há o radical, crente na Sua Verdade e que se esforça em reunir adeptos a Ela. Mas há também aqueles que “pongam” na Verdade do outro. Acham interessante e copiam discursos, reproduzem ações, mas nunca deixaram que o seu observador interno percebesse as análises e as construções elaboradas intimamente.
Todos somos resultado do processo individual, desde a pré-concepção até o pós-morte. Nesse processo somam-se as informações, as experiências. Essa é a Minha e compartilho com vocês. Não é novidade, mas paramos pouco para refletir sobre Ela, sobre o propósito. É muita conta pra pagar, violências internacionais, globais, desajustes profissionais, frustrações amorosas, novelas, acontecimentos incessantes e noticiários.
Mas é importante, eu diria fundamental, parar e perceber, se dar conta, resgatar, sua essência, sua missão. Se inquiete. Responda a você mesmo de onde veio, pra onde vai, o que faz aqui, o que gostaria de fazer, como gostaria de ser, o que faz pra isso e qual a sua contribuição.
Todos cumprimos um tempo vivos, somos uma máquina fantástica e complexa, e pensamos! Ou pelo menos temos esse potencial. E por que não pensarmos nisso? Não refletirmos sobre o estar aqui? Diante das atribuições e interferências externas, do cotidiano de cada um, fica difícil refletir, pensar sobre o que realmente viemos trazer de contribuição para nós mesmos e para esse planeta.
Olhe para os lados e veja se tem a impressão de que o mundo está desviado, as pessoas estão caminhando sem saber pra onde vão, muitas vezes se deixando levar, sem entender pra que lado querem ir, que caminhos pretendem e querem trilhar. Elas simplesmente trilham. E se boicotam, muitas vezes. Não são o melhor que podem ser, nem pensam sobre isso, em alguns casos.
É certo que cada indivíduo tem histórias diferentes para resgatar, para viver, mas “cada ser em si possui o dom de ser capaz de ser feliz”. Mas somos felizes? Buscamos essa felicidade? De que forma? Fazendo o melhor que podemos em todos os momentos? A resposta definitivamente é não. Não agimos da melhor forma conosco mesmos e muito menos com o outro.
Vivemos a cada dia num mundo mais equivocado, cheio de males, de autodestruição. Caminhamos para a regeneração? Podemos, sim. Mas sabemos que dessa nova etapa poucos participarão. Então se atente ao olho interior. Faça a sua parte. Seja quem você descobrir que é, sentir que é. E reze, peça à Existência que eles também o façam. Quem sabe não precisará que saibam quem você é, simplesmente sejam todos uma coisa só.
Eu quero, eu analiso
Ela é duas. Passou de “ariana eu quero” a “virginiana eu analiso”. Foi. Essa mudança pôde ser percebida por quem convive com ela e sentida claramente por ela mesma, assim que sentiu-se balzaquiana.
A impulsividade deu lugar à serenidade. As ações em série deram lugar às ações espaçadas com momentos de reflexão.
A ariana curtiu, se divertiu, sorriu, bebeu, carnavalizou, foi inconsequente, teve filha ainda adolescente, fez publicidade e não se formou, fez jornalismo e se graduou. Namorou, namorou e namorou! Ufa, como ela namorou! Engatou um relacionamento no outro.
Cansou, sofreu, ganhou cicatrizes, aparentes e na alma. Ela foi forte, saiu cedo de casa pra criar sua filha, conquistou espaço no mercado de trabalho. Aprofundou histórias, amizades. Fez muitos amigos, se mudou muitas vezes. Rompeu relações, disse chega, se afastou de pessoas, fez faxina.
Estudou psicologia infantil, acreditou no fim dos tempos, parou tudo para educar Anita.
A virginiana chega com poucos e verdadeiros amigos. Bebe só vinho e muito de vez em quando. Namora muito menos. Faz arte. Adora ficar em casa. Curte seu cachorro, aprendeu a gostar de gatos. Pinta quadros coloridos. Ela quebra pedras, mas monta os caquinhos dando formas coloridas.
Sempre acreditou em Deus!
Ela é duas. Passou de “ariana eu quero” a “virginiana eu analiso”. Foi. Essa mudança pôde ser percebida por quem convive com ela e sentida claramente por ela mesma, assim que sentiu-se balzaquiana.
A impulsividade deu lugar à serenidade. As ações em série deram lugar às ações espaçadas com momentos de reflexão.
A ariana curtiu, se divertiu, sorriu, bebeu, carnavalizou, foi inconsequente, teve filha ainda adolescente, fez publicidade e não se formou, fez jornalismo e se graduou. Namorou, namorou e namorou! Ufa, como ela namorou! Engatou um relacionamento no outro.
Cansou, sofreu, ganhou cicatrizes, aparentes e na alma. Ela foi forte, saiu cedo de casa pra criar sua filha, conquistou espaço no mercado de trabalho. Aprofundou histórias, amizades. Fez muitos amigos, se mudou muitas vezes. Rompeu relações, disse chega, se afastou de pessoas, fez faxina.
Estudou psicologia infantil, acreditou no fim dos tempos, parou tudo para educar Anita.
A virginiana chega com poucos e verdadeiros amigos. Bebe só vinho e muito de vez em quando. Namora muito menos. Faz arte. Adora ficar em casa. Curte seu cachorro, aprendeu a gostar de gatos. Pinta quadros coloridos. Ela quebra pedras, mas monta os caquinhos dando formas coloridas.
Sempre acreditou em Deus!
Olha e vê
Teresa de Calcutá já dizia: “quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las”. Olha a roupa dela! Ih, olha os dentes dele! Ele tem mau hálito. Ela tem cabelo duro. Ele é gay, ela é burra. Se veste mal, não tem estilo. Não tá na moda. Fez recuperação, é patricinha.
Todo mundo fala de todo mundo. Entre quatro paredes, em rodas de amigos. Só ela com ela, ela com ele, ou ele com ele. Mas opiniões não faltam. Todos têm as suas e querem ser ouvidos. Por que as pessoas se considerarem tão importantes? Será que as suas sugestões sobre a vida do outro são tão imprescindíveis assim?
Uma pergunta: - Será que existem os seres humanos perfeitos, enviados para serem fiscais das imperfeições dos outros?
Quando aprendermos que não existem dois seres iguais, que somos todos diferentes e todos defeituosos talvez possamos respeitar gostos, cores, credos e evolução de cada um. Teremos compreensão, compaixão e amor para dividirmos com o outro.
Se você se sente mais preparado para lidar com determinada situação, ensine, ajude, dê uma luz ao seu vizinho. Não o critique. Sua crítica não irá gerar nenhum movimento positivo e nenhuma melhora na vida de nenhum dos dois. Seja amoroso. Se não sentir-se capaz disso, exercite.
O sentido da vida. Devemos refletir sobre ele. Será que é ter, usar, usufruir, destruir, se divertir, apenas? Por que estamos aqui? Por que convivemos com Estas pessoas? Justamente Estas?
Será que não está na hora de exercer a verdadeira humanidade? Exigimos a perfeição no outro, mas não buscamos a perfeição em nós mesmos.
Jesus nos deixou algumas dicas para nos melhorarmos e ignoramos ou não levamos a sério. Ou simplesmente esse manual de boa convivência traz muita responsabilidade para a vida? “Amai-vos uns aos outros”. “Amai o próximo como a ti mesmo” ou quem sabe “Amai os vossos inimigos”. Tarefa muito difícil.
Não temos sabedoria ou certificado de inteligência e justiça que nos tornem aptos a julgar com propriedade as escolhas do outro.
A vida é um espelho. Ela reflete em nós as nossas próprias atitudes. As máscaras estão aí. As pessoas atuam na vida, assim como na arte para se saírem bem na fita, para parecerem o que não são.
Se não for feita uma mudança interna, se não forem identificados em si mesmos os defeitos e a melhora individual e coletiva não for prioridade, não tem profecia, mapa astrológico, crenças em 2012 que sejam postas em dúvida. A autodestruição será mesmo uma sina.
Todo mundo fala de todo mundo. Entre quatro paredes, em rodas de amigos. Só ela com ela, ela com ele, ou ele com ele. Mas opiniões não faltam. Todos têm as suas e querem ser ouvidos. Por que as pessoas se considerarem tão importantes? Será que as suas sugestões sobre a vida do outro são tão imprescindíveis assim?
Uma pergunta: - Será que existem os seres humanos perfeitos, enviados para serem fiscais das imperfeições dos outros?
Quando aprendermos que não existem dois seres iguais, que somos todos diferentes e todos defeituosos talvez possamos respeitar gostos, cores, credos e evolução de cada um. Teremos compreensão, compaixão e amor para dividirmos com o outro.
Se você se sente mais preparado para lidar com determinada situação, ensine, ajude, dê uma luz ao seu vizinho. Não o critique. Sua crítica não irá gerar nenhum movimento positivo e nenhuma melhora na vida de nenhum dos dois. Seja amoroso. Se não sentir-se capaz disso, exercite.
O sentido da vida. Devemos refletir sobre ele. Será que é ter, usar, usufruir, destruir, se divertir, apenas? Por que estamos aqui? Por que convivemos com Estas pessoas? Justamente Estas?
Será que não está na hora de exercer a verdadeira humanidade? Exigimos a perfeição no outro, mas não buscamos a perfeição em nós mesmos.
Jesus nos deixou algumas dicas para nos melhorarmos e ignoramos ou não levamos a sério. Ou simplesmente esse manual de boa convivência traz muita responsabilidade para a vida? “Amai-vos uns aos outros”. “Amai o próximo como a ti mesmo” ou quem sabe “Amai os vossos inimigos”. Tarefa muito difícil.
Não temos sabedoria ou certificado de inteligência e justiça que nos tornem aptos a julgar com propriedade as escolhas do outro.
A vida é um espelho. Ela reflete em nós as nossas próprias atitudes. As máscaras estão aí. As pessoas atuam na vida, assim como na arte para se saírem bem na fita, para parecerem o que não são.
Se não for feita uma mudança interna, se não forem identificados em si mesmos os defeitos e a melhora individual e coletiva não for prioridade, não tem profecia, mapa astrológico, crenças em 2012 que sejam postas em dúvida. A autodestruição será mesmo uma sina.
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